POESIA E GASTRONOMIA NO LIVRO “O REGOZIJO E A VEEMÊNCIA”

NO INÍCIO ERA UM CONTO

E O CONTO SE FEZ ROMANCE

E O ROMANCE SE FEZ POESIA

E A POESIA SE FEZ PSICANÁLISE

E A PSICANÁLISE SE FEZ GASTRONOMIA

E TUDO ISSO VIROU UM LIVRO

QUE HABITARÁ EM VOSSAS MENTES.

Não querendo “explicar um livro de poesias” mas que este no qual estou apresentado para vocês julgo ser um dos meus mais primorosos trabalhos dentro do âmbito poético. Eu não ouso chamar este livro de um simples – ou mais um – conjunto de poesias reunidas em um livro, alegro-me sim em dizer que é uma loucura boa que eu inventei para animar a vida dos meus leitores. É um ‘mix’ entre cinco pilares: Conto-Romance-Poesia-Psicanálise e Gastronomia, postos de uma forma bem suave para não fadigar a contemplação na leitura.

Digo que “hermeticamente” ele foi organizado para ser uma leitura doce apesar da loucura envolvida nessa mistura. Dá vontade de ler várias vezes só para ter o sabor gostoso do vinho e do risoto que levantou o cheiro nas “anti-rimas” encontradas nos poemas.

Então eu lhes afirmo… É um livro para degustar (na leitura); amar (na degustação) e viciar (na contemplação) desses textos, é um regozijo e uma veemência: é uma mistura prazer alegre de contemplar uma boa leitura com a intensidade do vício de ler.

LANÇAMENTO DO LIVRO

O novo livro do Poeta Adriano Sales vem com um ‘mix’ de Contos, Poesias, Gastronomia e Psicanálise. A junção desses quatro pilares dá à obra o sentido de não ser apenas – mais um livro de poesias – “É um conjunto de modalidades literárias que interligadas e moldadas no sentido do prazer de uma manifestação de contentamento masculino somado com a intensidade e a energia fervorosa abastecida com o entusiasmo feminino levará o leitor a uma viagem pelo universo dos relacionamentos contemporâneos que julgam-se por si (modernos)” diz o poeta. As poesias contidas na nova obra apresentam um ‘caráter literário’ que dá ênfase aos cunhos filosóficos bem ao gosto do pós-modernismo e ao mesmo tempo mostram um enigmatismo associado ao sentimentalismo exacerbado; É com essa definição que o poeta explica quando perguntado sobre os poemas.

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